É inevitável
chegar o dia em que dás de caras com a realidade e te desiludes. Não porque te
iludis-te, mas porque acreditas-te. Sei que acontece sempre, nem que seja uma
vez na vida. Esta não é a primeira mas não sei se será a última. E depois, naquele
jeito de confusão de sentimentos tento perceber o porquê. O porquê das pessoas
raramente serem aquilo que juraram ser. Vou tentando arranjar uma explicação
para o facto de estar magoada. E não encontro essa explicação. Talvez seja esse
o grande problema. Talvez o problema não esteja nas desilusões mas sim na
ausência de explicações, na confusão de sentimentos ou na falta de respostas de
ambos os lados.
Ás vezes tento imaginar como seria se as minhas decisões fossem outras, se o meu rumo fosse diferente...
O problema das pessoas é que querem, mostram-se o que não são, desejam o que não querem ou não precisam.
E é neste jeito de encontrar respostas que normalmente nos perdemos. E quando nos perdemos vamos em busca de algo que não sabemos se existe.
A questão é: quando conseguires o que queres, será que ainda queres o que conseguiste?
Ás vezes tento imaginar como seria se as minhas decisões fossem outras, se o meu rumo fosse diferente...
O problema das pessoas é que querem, mostram-se o que não são, desejam o que não querem ou não precisam.
E é neste jeito de encontrar respostas que normalmente nos perdemos. E quando nos perdemos vamos em busca de algo que não sabemos se existe.
A questão é: quando conseguires o que queres, será que ainda queres o que conseguiste?

